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menina dos abraços

um abraço: a melhor forma do amor.

menina dos abraços

um abraço: a melhor forma do amor.

Fazer corações sorrir: não é para isso que cá andamos?

Sorrir com o coração.

Dar a mão como quem segura.

Abraçar mais forte.

Olhar mais fundo, olhar a alma.

Falar (e escutar) com amor.

Cuidar de verdade. Para curar.

Um gesto de amor.

Ser do bem.

*

Pode ser a parte mais bonita do dia de alguém.

Pode ser luz na vida de alguém.

Pode fazer sorrir o coração de alguém.

Pode abraçar a alma de alguém.

Pode mudar o mundo de alguém.

Pode ser tanto para alguém.

Pode salvar.

Pode ser o sentido de viver, a razão de existir. E é.

*

Fazer corações sorrir: não é para isso que cá andamos?

Coragem

Que encontremos sempre a coragem de abraçar como quem abriga para sempre.

Que encontremos sempre a coragem de dar a mão como quem conforta tanto.

Que encontremos sempre a coragem de olhar como quem vê mais além.

Que encontremos sempre a coragem de sorrir como quem torna os dias mais bonitos.

Que encontremos sempre a coragem de ser colo como quem cura tudo.

Que encontremos sempre a coragem de falar como quem fala de amor.

Que encontremos sempre a coragem de silenciar como quem escuta o amor.

Que encontremos sempre a coragem de amar como quem muda o mundo.

Que encontremos sempre a coragem de ser do bem como quem é de verdade.

Que encontremos sempre a coragem de ser luz como quem faz acreditar.

Que encontremos sempre a coragem de acreditar como quem se salva no amor.

Que encontremos sempre a coragem do amor.

(Como quem sabe que isso é tudo.)

Que encontremos sempre esta coragem.

Como quem sabe que é este o mais verdadeiro significado de coragem:

Que encontremos sempre a coragem como quem age sempre com o coração.

Acreditar...

Acreditar que, um dia, a paz ainda nos serena a alma.

Acreditar que, um dia, a luz ainda nos ilumina o caminho.

Acreditar que, um dia, o alento ainda nos abraça os dias.

Acreditar que, um dia, a força ainda nos inunda a vida.

Acreditar que, um dia, um milagre ainda nos salva.

*

Acreditar que, um dia, um olhar ainda nos cura por dentro.

Acreditar que, um dia, um sorriso ainda nos toca o coração.

Acreditar que, um dia, uma mão ainda ampara tudo o que somos.

Acreditar que, um dia, um abraço ainda nos abriga de tudo.

Acreditar que, um dia, um gesto de amor ainda é tudo.

Acreditar que, um dia, a gentileza ainda nos mostra o segredo de viver.

Acreditar que, um dia, alguém ainda nos inspira a ser do bem.

Acreditar que, um dia, nós ainda fazemos corações sorrir.

Acreditar que, um dia, as pessoas ainda se são sempre perto.

Acreditar que, um dia, o amor ainda nos muda o mundo.

Acreditar que, um dia, esse amor ainda nos faz sentido. E ainda é sentido.

*

Acreditar que, um dia, esse dia ainda é todos os dias.

 

(É, não é?)

O mundo não é cor-de-rosa.

O mundo não é cor-de-rosa.

Insistem em repetir-me, às vezes, como quem tenta acordar-me para a realidade. Como quem quase parece tentar acusar-me de não ver bem. De só ver o lado bonito. Como se o lado bonito fosse o lado errado. E como se continuar a acreditar fosse sinónimo de fragilidade, de ilusão.

O mundo não é cor-de-rosa.

Eu sei. Eu também vejo. (Eu sei tanto.)

Mas eu também sei que é quando o mundo está cinzento, que um gesto de amor, mesmo o mais pequenino, lhe dá mais cor. É quando o mundo está cinzento, que um abraço que acolhe lhe dá mais cor. É quando o mundo está cinzento, que uma mão que se estende lhe dá mais cor. É quando o mundo está cinzento, que um sorriso do coração lhe dá mais cor. É quando o mundo está cinzento, que um olhar do fundo da alma lhe dá mais cor. É quando o mundo está cinzento, que uma presença que conforta lhe dá mais cor. É quando o mundo está cinzento, que alguém que faz sorrir lhe dá mais cor. É quando o mundo está cinzento, que um gesto de amor lhe dá mais cor.

O mundo não é cor-de-rosa. Eu sei.

Mas eu também sei que é quando o mundo está cinzento, que faz tanta falta ver o lado bonito. E que é quando o lado bonito já não se vê, que faz tanta falta nós sermos esse lado bonito. Fazê-lo existir. Ser esse gesto de amor. E dar mais cor ao mundo. Todos os dias.

(Afinal, não é para isso que cá andamos?)

Talvez, um dia, continuar a acreditar possa voltar a ser sinónimo de força, de milagres a acontecer. De verdade. E de mais cores bonitas tatuadas pelo mundo.

Sobre o que ainda nos abraça.

Sobre o que ainda nos abraça.

Sobre o que ainda é bonito, no meio dos dias cinzentos.

Sobre o que ainda é luz, no meio da escuridão.

Sobre o que ainda é milagre, no meio do caos.

Sobre o que ainda nos faz acreditar, no meio da vida a trocar-nos os planos.

Sobre o que ainda é sorriso, no meio de tanto frio.

Sobre o que ainda nos abriga, no meio dos medos.

Sobre o que ainda nos ampara, no meio dos tempos duros.

Sobre o que ainda nos serena, no meio das tempestades.

Sobre o que ainda nos cura, no meio das dores.

Sobre o que ainda é amor, no meio do mundo do avesso.

Sobre o que ainda nos salva, no meio de tudo.

Sobre o que ainda nos abraça.

Abraçemo-lo bem. Muito. Todos os dias. E deixemos que nos abrace bem. Muito. Todos os dias também.

Que nunca nos falte.

E que o sejamos sempre, também.

Aquele pequenino milagre.

Há sempre um milagre, um pequenino milagre, que acontece e que chega para nos iluminar o dia, a vida, o coração.

Às vezes, tão despercebido. Às vezes, tão à vista. Mas sempre, sempre, vestido de amor.

Às vezes, escondido naquele abraço mais demorado que nos abriga. Às vezes, escondido naquela mão que se estende e que nos segura. Às vezes, escondido naquele olhar que faz parar o mundo e que nos cura. Às vezes, escondido naquele sorriso que embeleza tudo e que nos abraça. Às vezes, escondido naquele colo que sabe a casa e que nos serena. Às vezes, escondido naquela palavra do coração que nos conforta. Às vezes, escondido naquele silêncio cúmplice que nos toca. Às vezes, escondido naquele riso que se ouve ao longe e que nos contagia. Às vezes, escondido naquele gesto de amor que nos salva. Às vezes, escondido naquela pessoa que está ali e que nos faz sorrir. 

Há sempre um milagre, um pequenino milagre, que acontece e que chega para nos iluminar o dia, a vida, o coração.

Talvez, às vezes, pareça que não. E talvez, nessas vezes (e em todas as vezes), o maior segredo e o verdadeiro sentido da vida seja procurarmos, todos os dias, sê-lo nós.

Ser aquele abraço que abriga. Ser aquela mão que segura. Ser aquele olhar que cura. Ser aquele sorriso que abraça. Ser aquele colo que serena. Ser aquela palavra que conforta. Ser aquele silêncio que toca. Ser aquele riso que contagia. Ser aquele gesto que salva. Ser aquela pessoa que faz sorrir.

Talvez o maior segredo e o verdadeiro sentido da vida seja procurarmos, todos os dias, ser aquele milagre, aquele pequenino milagre, que acontece e que chega para iluminar dias, vidas, corações.

Às vezes, tão despercebido. Às vezes, tão à vista. Mas sempre, sempre, vestido de amor.

Há sempre alguém.

Há sempre alguém que te abraça. Alguém que te envolve com sabor a casa. Que te dá colo, onde podes descansar. Que te abraça para sempre. Alguém que te abriga.

Há sempre alguém que te dá a mão. Alguém que te conforta tanto. Que te ampara com cuidado. Que te abraça a vida. Alguém que te segura.

Há sempre alguém que te olha mais fundo. Alguém que te vê de verdade. Que sabe ler tudo o que és. Que te abraça a alma. Alguém que te sente.

Há sempre alguém que te sorri. Alguém que te ilumina o dia. Que te faz sorrir sempre mais uma vez. Que te abraça o coração. Alguém que te cura.

Há sempre alguém que te faz acreditar. Alguém que te muda o mundo. Que te mostra o lado bonito da vida. Que te abraça com amor. Alguém que te salva.

Há sempre alguém.

(Que saibamos sempre ser esse alguém, também.)

A esses abraços que são tanto.

A esses abraços que são tanto.

A esses abraços que nos resgatam. A esses abraços que nos abrigam. A esses abraços que nos serenam. A esses abraços que nos amparam. A esses abraços que nos confortam. A esses abraços que nos cuidam. A esses abraços que nos curam. A esses abraços que nos (de)moram. A esses abraços que nos querem bem. A esses abraços que nos salvam.

A esses abraços que são tanto.

A esses abraços que são sorriso. A esses abraços que são a luz que nos ilumina os dias, a vida, o coração. A esses abraços que são o milagre que nos faz acreditar. A esses abraços que são o lado bonito que nos inspira a ser do bem. A esses abraços que são amor.

A esses abraços que são a melhor parte. Da vida. De tudo.

A esses abraços que são tanto: Obrigada. Tanto. E sempre. Por serem. Por estarem. Por existirem.