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Um abraço para ti

Um abraço para ti

30/12/25

O que realmente conta

por Daniela Barreira

No final, o que conta é o abraço que foi porto de abrigo.

No final, o que conta é a mão que seguraste, que te segurou.

No final, o que conta é o olhar que te envolveu a alma.

No final, o que conta é o sorriso que te abraçou o coração.

No final, o que conta é a ternura que sempre te curou.

No final, o que conta é o colo-refúgio que te serenou.

No final, o que conta é a palavra que foi dita com amor e o silêncio que falou tanto sobre o amor.

No final, o que conta é a companhia que ficou, que nunca te desamparou.

No final, o que conta é o gesto que te fez sorrir, que te salvou os dias (e que te salvou dos dias).

No final, o que conta é o momento que te acertou em cheio no coração... para sempre.

No final, o que conta é a bondade que, no meio de tudo e apesar de tudo, continuou a existir.

No final, o que conta são os corações que tatuaste com a tua vida, são as vidas que te tatuaram o coração.

No final, o que conta – o que realmente conta – é (sempre) o amor.

*

Que o recordemos sempre. No final, no início e sempre.

*

Que nunca nos falte.

E que nunca o deixemos faltar, também.

24/12/25

Que o Natal te aconteça

por Daniela Barreira

Que o Natal te aconteça.

Que o Natal te aconteça e (re)acenda a chama da esperança no teu coração.

Que o Natal te aconteça naqueles abraços que te envolvem como porto de abrigo, naquelas mãos que, enquanto seguram a tua, seguram tanto de ti também e naqueles olhares que te tocam a alma.

Que o Natal te aconteça naqueles sorrisos que te abraçam o coração, naqueles beijos que te mostram que a ternura cura e naqueles colos que sabem sempre como te serenar.

Que o Natal te aconteça naquelas palavras que te falam ao coração, naqueles silêncios que te escutam o coração e naquelas companhias que fazem tudo melhorar, só porque estão contigo.

Que o Natal te aconteça naqueles gestos que te salvam o dia e que te fazem sorrir, naqueles momentos que se tatuam, para sempre, no teu coração e naquelas pessoas que te querem bem, de verdade.

Que o Natal te aconteça nas coisas mais bonitas: as coisas do coração.

E que o Natal te aconteça naquilo que, de verdade, importa: o amor.

Que o Natal te aconteça.

Que (re)acenda a chama da esperança no teu coração.

E que tu sejas essa luz que faz o Natal acontecer a alguém, também.

29/11/25

Para ti

por Daniela Barreira

Para ti, que és esperança a acontecer.

Para ti, que, mesmo sem precisares de fazer barulho ou fogo-de-artifício, tatuas o mundo com amor.

Para ti, que és abraço, olhar da alma, sorriso do coração.

Para ti, que és mão que segura, ternura que cura, colo feito refúgio.

Para ti, que és de verdade: nas palavras, nos gestos, nos silêncios.

Para ti, que estás, que ficas, que te importas.

Para ti, que és sol nos dias cinzentos, luz na escuridão, paz na tempestade.

Para ti, que és o lado bom do mundo, a parte bonita da vida.

Para ti, que tens o coração do lado certo.

Para ti, que ainda acreditas e que fazes acreditar.

Para ti, que és a poesia bonita das coisas simples, do que importa.

Para ti, que és amor em forma de gente.

Para ti, que, mesmo sem saberes, vais salvando dias, tocando vidas, fazendo corações sorrir.

Para ti.

Obrigada: por seres, por estares, por existires.

06/11/25

Gestos que abraçam

por Daniela Barreira

Há gestos que nos abraçam.

Um abraço que encosta a sua alma à nossa e que faz tudo melhorar. Um olhar que se demora com ternura. Um “lembrei-me de ti” que chega no momento certo. Um coração que escuta o nosso silêncio.

Pequenos gestos que, à primeira vista, podem parecer nada. Mas que, dentro de nós, podem ser tudo.

São gestos que nos abraçam.

Recordam-nos que, no meio da correria e do caos dos dias, às vezes, tantas vezes, é num abraço que nos envolve, numa mão que segura a nossa ou num sorriso do coração que tudo se ilumina. Que a esperança se reacende.

São gestos que nos abraçam.

Fazem-nos sentir que, mesmo nas noites mais escuras, ainda há estrelas a brilhar. Segredam-nos ao coração, com a delicadeza que dispensa as palavras: “tu não estás só, eu estou aqui”.

É isso, o amor: esse sopro invisível que passa e que nos abraça. Que mora na poesia das coisas simples, na bondade que ainda existe. E que tem sempre o dom de nos salvar.

26/10/25

Há dias que pedem refúgio.

por Daniela Barreira

Há dias que pedem refúgio que nos guarde o coração, que nos serene a alma, onde repousar a vida e ficar. Refúgio que nos envolva, que segure tudo o que somos.

Há dias que pedem refúgio que nos abrace, que alivie o peso do mundo, que faça o tempo parar. Refúgio que nos resgate, que nos ajude a respirar.

Há dias que pedem refúgio que seja o abraço que precisamos, o colo que nos falta. Refúgio onde nos podemos curar.

Há dias que pedem refúgio.

Às vezes, é só um abraço mais apertado, uma mão que ampara ou um olhar em cheio na alma.

Às vezes, é só um sorriso do coração, uma palavra com ternura ou um silêncio que fala.

Às vezes, é só uma companhia que fica, um gesto de bondade, ou alguém que nos quer bem.

Às vezes, é só o amor.

É isso: o amor.

Há dias que pedem refúgio.

E, em todos os dias, é sempre o amor.

11/09/25

Gestos que salvam

por Daniela Barreira

Há gestos que não pesam, que não fazem barulho ou fogo-de-artifício, mas que ficam. Tatuam-se em nós. E têm o dom de nos salvar.

Como se fossem o pulsar secreto que mantém o nosso mundo em pé.

Um abraço que chega como refúgio e que demora o tempo certo para o nosso coração serenar.

Uma mão que se dá como quem dá o coração: com a certeza de que, aconteça o que acontecer, vai estar sempre perto de nós.

Um olhar que nos encontra e que vê tudo o que somos, mesmo quando nós nos perdemos.

Um sorriso tão breve e tão capaz de nos arrebatar para sempre.

Uma palavra que nos conforta e um silêncio que abraça (e que escuta) o nosso coração.

Um “como estás?” que se importa e que quer saber, de verdade, a nossa resposta.

Uma mensagem só para nos mostrar que se lembra de nós, só para nos fazer sorrir.

Uma companhia que parece que nos segura a alma, que faz tudo melhorar, só porque está ali.

Alguém que nos quer bem e que nos faz sempre sentir isso, mesmo sem ser preciso dizer.

Um pequeno gesto de bondade que ilumina o nosso dia inteiro e que nos inunda o coração de esperança.

É aí. É aí que se escondem as coisas mais bonitas, é aí que acontecem os maiores milagres. É aí que o nosso coração é tocado para sempre. Nesses pequenos gestos que são só o amor a abraçar-nos. E que têm sempre o dom de nos salvar.

Como se fossem o pulsar secreto que mantém o nosso mundo em pé.

É isso, o amor.

Esse sopro invisível que passa e que nos envolve como o abraço que precisamos, o colo que nos falta, o refúgio onde nos podemos curar. E que tem sempre o dom de nos salvar.

Como se fosse o pulsar secreto que mantém o nosso mundo em pé.

E é.

06/09/25

Ainda existe beleza

por Daniela Barreira

Ainda existe beleza...

No abraço que é porto de abrigo,

Na mão que ampara,

No sorriso do coração.

 

Ainda existe beleza...

No olhar que abraça a alma,

Na ternura que parece que cura,

No colo que tudo serena.

 

Ainda existe beleza...

Na palavra que conforta,

No silêncio que compreende (e que tanto fala),

No riso que contagia.

 

Ainda existe beleza...

Na companhia que faz tudo melhorar,

No gesto que faz sorrir,

No amor que é tudo.

 

Ainda existe beleza...

Nos momentos em que se acendem todas as estrelas,

Naquilo que te toca, para sempre, o coração,

Na delicadeza das coisas mais simples: essas mesmo, as do coração.

 

Ainda existe beleza...

Mesmo que existam os dias cinzentos,

As noites escuras

As tempestades.

 

Ainda existe beleza...

E, às vezes, é só um sopro de amor que passa e que te salva o dia.

Que te salva do dia.

E de tudo.

 

Ainda existe beleza...

Em ti, que ainda és vida que cuida,

Bondade que abraça,

Esperança que não se apaga.

 

Ainda existe beleza...

Que nunca te esqueças dela, por favor.

27/07/25

Abrigo

por Daniela Barreira

Alguém que é abrigo.

 

Que não precisa de fazer grande ruído ou de muitas palavras.

Alguém que está, de verdade. E isso chega.

Que está nos dias bons e nos outros também. Quando o mundo é pesado, quando a alma se encolhe ou quando o coração aperta.

 

Alguém que é abraço.

Que se faz lugar seguro. Refúgio onde podes serenar, respirar, ser.

Que ampara todas as tuas dores, todos os teus anseios, todos os teus silêncios.

Que encosta a sua alma à tua só para te recordar que, mesmo nas noites mais escuras, ainda há estrelas a brilhar.

Com a ternura de quem sabe que ainda há abraços que salvam.

 

Alguém que é presença, companhia.

Que não se impõe, mas que se faz sempre sentir.

Como uma manta nos dias frios e uma chávena quentinha entre as mãos trémulas.

Que não promete resolver-te a vida, mas que permanece ao teu lado enquanto a vida acontece.

Como quem não deixa apagar a chama da esperança que te diz que vai correr tudo bem.

 

Alguém que te aparece nas pequenas coisas: numa mensagem que chega no momento certo, num abraço para ti, numa mão que te conforta, num olhar que te compreende sem perguntar, num sorriso do coração.

Que fica, mesmo quando o mundo tem pressa. Que espera, mesmo quando o tempo demora. Que acredita, mesmo quando tu duvidas.

 

Alguém que é mais do que sorte.

Que te segreda ao coração, com a delicadeza dos gestos que dispensam as palavras, a declaração de amor mais bonita: que, aconteça o que acontecer, vai estar sempre perto de ti.

 

A alguém assim: que saibas sempre agradecer.

Alguém assim: que nunca te falte. E que saibas sempre sê-lo para alguém, também.

13/07/25

As coisas mais simples

por Daniela Barreira

Às vezes, o que nos salva são as coisas mais simples.

Um abraço que é abrigo.

Uma mão dada que nos ampara.

Um olhar que nos encontra e que nos toca.

Um sorriso que nos abraça o coração.

Um beijo que nos cura.

Um colo onde repousamos, onde serenamos

Uma palavra que nos conforta.

Um silêncio que é (e que nos faz) tanto sentido.

Uma companhia que nos faz sentir melhor só porque está connosco.

Um gesto que nos faz sorrir e que nos dá esperança.

Um céu estrelado que nos faz brilhar o olhar.

Um momento que nos tatua, para sempre, o coração.

Um instante de amor.

Às vezes, o que nos salva não são as coisas grandes.

Ou, talvez, até sejam...

Talvez as coisas maiores (e as melhores) sejam aquelas que nos acontecem, todos os dias, disfarçadas das coisas mais simples, mas cheias de amor.

Como quem diz: cheias de tudo.

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