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Um abraço para ti

Um abraço para ti

20/01/26

Olha à tua volta.

por Daniela Barreira

Olha à tua volta.

Deixa-te serenar. Silenciar o ruído, por dentro e por fora. Para respirares, para sentires, para veres com o coração.

E olha bem à tua volta.

Ainda existe beleza... No abraço que é porto de abrigo, na mão que ampara, no sorriso do coração.

Ainda existe beleza... No olhar que abraça a alma, na ternura que cura, no colo que tudo acalma.

Ainda existe beleza... Na palavra que conforta, no silêncio que compreende (e que tanto fala), no riso que contagia.

Ainda existe beleza... Na companhia que faz tudo melhorar, no gesto que faz sorrir, nas pessoas que te querem bem.

Ainda existe beleza... nos momentos que tocam (para sempre) o coração, na delicadeza das coisas simples, no amor que salva.

Olha à tua volta.

Ainda existe beleza... Mesmo que existam os dias cinzentos, as noites escuras, as tempestades.

Ainda existe beleza... Enquanto o amor ainda morar aqui.

E em ti... que ainda és vida que cuida, bondade que abraça, esperança que não se apaga.

Olha à tua volta.

Vês?

30/12/25

O que realmente conta

por Daniela Barreira

No final, o que conta é o abraço que foi porto de abrigo.

No final, o que conta é a mão que seguraste, que te segurou.

No final, o que conta é o olhar que te envolveu a alma.

No final, o que conta é o sorriso que te abraçou o coração.

No final, o que conta é a ternura que sempre te curou.

No final, o que conta é o colo-refúgio que te serenou.

No final, o que conta é a palavra que foi dita com amor e o silêncio que falou tanto sobre o amor.

No final, o que conta é a companhia que ficou, que nunca te desamparou.

No final, o que conta é o gesto que te fez sorrir, que te salvou os dias (e que te salvou dos dias).

No final, o que conta é o momento que te acertou em cheio no coração... para sempre.

No final, o que conta é a bondade que, no meio de tudo e apesar de tudo, continuou a existir.

No final, o que conta são os corações que tatuaste com a tua vida, são as vidas que te tatuaram o coração.

No final, o que conta – o que realmente conta – é (sempre) o amor.

*

Que o recordemos sempre. No final, no início e sempre.

*

Que nunca nos falte.

E que nunca o deixemos faltar, também.

29/11/25

Para ti

por Daniela Barreira

Para ti, que és esperança a acontecer.

Para ti, que, mesmo sem precisares de fazer barulho ou fogo-de-artifício, tatuas o mundo com amor.

Para ti, que és abraço, olhar da alma, sorriso do coração.

Para ti, que és mão que segura, ternura que cura, colo feito refúgio.

Para ti, que és de verdade: nas palavras, nos gestos, nos silêncios.

Para ti, que estás, que ficas, que te importas.

Para ti, que és sol nos dias cinzentos, luz na escuridão, paz na tempestade.

Para ti, que és o lado bom do mundo, a parte bonita da vida.

Para ti, que tens o coração do lado certo.

Para ti, que ainda acreditas e que fazes acreditar.

Para ti, que és a poesia bonita das coisas simples, do que importa.

Para ti, que és amor em forma de gente.

Para ti, que, mesmo sem saberes, vais salvando dias, tocando vidas, fazendo corações sorrir.

Para ti.

Obrigada: por seres, por estares, por existires.

06/11/25

Gestos que abraçam

por Daniela Barreira

Há gestos que nos abraçam.

Um abraço que encosta a sua alma à nossa e que faz tudo melhorar. Um olhar que se demora com ternura. Um “lembrei-me de ti” que chega no momento certo. Um coração que escuta o nosso silêncio.

Pequenos gestos que, à primeira vista, podem parecer nada. Mas que, dentro de nós, podem ser tudo.

São gestos que nos abraçam.

Recordam-nos que, no meio da correria e do caos dos dias, às vezes, tantas vezes, é num abraço que nos envolve, numa mão que segura a nossa ou num sorriso do coração que tudo se ilumina. Que a esperança se reacende.

São gestos que nos abraçam.

Fazem-nos sentir que, mesmo nas noites mais escuras, ainda há estrelas a brilhar. Segredam-nos ao coração, com a delicadeza que dispensa as palavras: “tu não estás só, eu estou aqui”.

É isso, o amor: esse sopro invisível que passa e que nos abraça. Que mora na poesia das coisas simples, na bondade que ainda existe. E que tem sempre o dom de nos salvar.

11/09/25

Gestos que salvam

por Daniela Barreira

Há gestos que não pesam, que não fazem barulho ou fogo-de-artifício, mas que ficam. Tatuam-se em nós. E têm o dom de nos salvar.

Como se fossem o pulsar secreto que mantém o nosso mundo em pé.

Um abraço que chega como refúgio e que demora o tempo certo para o nosso coração serenar.

Uma mão que se dá como quem dá o coração: com a certeza de que, aconteça o que acontecer, vai estar sempre perto de nós.

Um olhar que nos encontra e que vê tudo o que somos, mesmo quando nós nos perdemos.

Um sorriso tão breve e tão capaz de nos arrebatar para sempre.

Uma palavra que nos conforta e um silêncio que abraça (e que escuta) o nosso coração.

Um “como estás?” que se importa e que quer saber, de verdade, a nossa resposta.

Uma mensagem só para nos mostrar que se lembra de nós, só para nos fazer sorrir.

Uma companhia que parece que nos segura a alma, que faz tudo melhorar, só porque está ali.

Alguém que nos quer bem e que nos faz sempre sentir isso, mesmo sem ser preciso dizer.

Um pequeno gesto de bondade que ilumina o nosso dia inteiro e que nos inunda o coração de esperança.

É aí. É aí que se escondem as coisas mais bonitas, é aí que acontecem os maiores milagres. É aí que o nosso coração é tocado para sempre. Nesses pequenos gestos que são só o amor a abraçar-nos. E que têm sempre o dom de nos salvar.

Como se fossem o pulsar secreto que mantém o nosso mundo em pé.

É isso, o amor.

Esse sopro invisível que passa e que nos envolve como o abraço que precisamos, o colo que nos falta, o refúgio onde nos podemos curar. E que tem sempre o dom de nos salvar.

Como se fosse o pulsar secreto que mantém o nosso mundo em pé.

E é.

13/07/25

As coisas mais simples

por Daniela Barreira

Às vezes, o que nos salva são as coisas mais simples.

Um abraço que é abrigo.

Uma mão dada que nos ampara.

Um olhar que nos encontra e que nos toca.

Um sorriso que nos abraça o coração.

Um beijo que nos cura.

Um colo onde repousamos, onde serenamos

Uma palavra que nos conforta.

Um silêncio que é (e que nos faz) tanto sentido.

Uma companhia que nos faz sentir melhor só porque está connosco.

Um gesto que nos faz sorrir e que nos dá esperança.

Um céu estrelado que nos faz brilhar o olhar.

Um momento que nos tatua, para sempre, o coração.

Um instante de amor.

Às vezes, o que nos salva não são as coisas grandes.

Ou, talvez, até sejam...

Talvez as coisas maiores (e as melhores) sejam aquelas que nos acontecem, todos os dias, disfarçadas das coisas mais simples, mas cheias de amor.

Como quem diz: cheias de tudo.

02/07/25

Ver com o coração

por Daniela Barreira

Serenar toda a correria. Silenciar todo o ruído, por dentro e por fora. Para respirar, para sentir, para ver com o coração.

Voltar a olhar e deixarmo-nos tocar pelas coisas mais bonitas.

*

Aqueles abraços que nos fazem sentir em casa.

Aquelas mãos que nos seguram.

Aqueles olhares em cheio na alma.

Aqueles sorrisos que nos abraçam.

Aqueles colos que são refúgio.

Aquelas palavras (e aqueles silêncios) que nos falam ao coração.

Aquelas companhias que nos curam.

Aquelas pessoas que tanto nos querem bem.

Aqueles momentos que nos fazem sorrir.

Aqueles gestos que reacendem em nós a chama da esperança.

*

Nem sempre as coisas mais bonitas fazem barulho ou fogo-de-artifício.

Às vezes, é só um sopro de amor que passa e que nos salva o dia (e que nos salva do dia).

Talvez precisemos de (re)aprender a ler a poesia das coisas simples. E de (re)aprender a ver a vida com o coração.

01/02/25

Um pedacinho de amor.

por Daniela Barreira

Às vezes, tantas vezes, são as coisas simples.

Um pequeno gesto que, à primeira vista, possa parecer-nos nada, pode ser tudo para alguém.

Um abraço apertado, uma mão dada, um olhar nos olhos, um sorriso do coração, uma palavra de ternura, um silêncio sentido, uma companhia.

Um pequeno gesto de amor pode ser sol nos dias cinzentos, luz na escuridão, paz na tempestade.

Um pedacinho de amor, mesmo o mais pequenino, pode não mudar o mundo inteiro, mas pode mesmo, mesmo, mudar o mundo de alguém.

Esse sopro de amor pode ser o abraço que alguém precisa, o colo que lhe falta, o refúgio onde se pode curar.

O mais pequenino sinal de amor pode ser a chama da esperança a reacender-se no coração de alguém.

Gesto a gesto e pedacinho a pedacinho, às vezes, tantas vezes, mesmo sem se saber, pode-se salvar o dia de alguém, tocar a vida de alguém, fazer sorrir o coração de alguém.

E talvez isso, fazer corações sorrir, seja o sentido de tudo. E o nosso sentido também.

10/08/24

As coisas mais bonitas.

por Daniela Barreira

Vivemos apressados, nesta correria dos dias, da vida, do coração. Atropelamo-nos uns aos outros (e a nós), quase sem reparar. É isso: quase nem reparamos. Uns nos outros. Em nós. E nas coisas bonitas que nos acontecem todos os dias.

Às vezes, basta um instante. O instante em que nos permitimos parar. Serenar toda a correria. Silenciar todo o ruído, por dentro e por fora. Para respirar, para sentir, para ver com o coração. O instante em que nos permitimos parar e em que nos deixamos tocar. Por aquele abraço que é abrigo. Por aquelas mãos que seguram. Por aquele olhar de alma. Por aquele sorriso que abraça. Por aquele beijo que cura. Por aquele gesto de bondade. Por aquelas pessoas que são nossas. Por aquele amor que salva.

E é ali. É naquele instante em que nos permitimos parar e em que nos deixamos tocar, que descobrimos as coisas mais bonitas. Que descobrimos tudo o que importa. E a verdade é esta: não há correria nenhuma no mundo que compense este milagre a acontecer.

16/03/24

Ainda há coisas boas, sabes?

por Daniela Barreira

Ainda há coisas boas, sabes?

Por mais que, às vezes, tentem mostrar-te que não. Por mais que, às vezes, tentem fazer-te sentir e acreditar que não. Por mais que, às vezes, (quase) consigam.

Ainda há coisas boas, sabes?

Os abraços que te abrigam. As mãos que se dão às tuas (para) sempre. Os olhos que olham dentro dos teus. Os sorrisos que te abraçam o coração. Os beijos que te curam a alma. Os colos que te cuidam. Os "gosto de ti" do coração. As palavras que te falam com amor. Os silêncios que te escutam com amor. Ouvir (e sentir) o coração bater. As companhias que te confortam. Os risos que te contagiam. Os olhos a brilhar. A magia do céu cheio de estrelas. Os momentos que se imortalizam. Os gestos que te salvam. E que te fazem sorrir. As tuas pessoas. Os corações que tatuas com a tua vida. As vidas que te tatuam o coração. Viveres e seres, sempre, com o coração. Viveres e seres, sempre, com amor. No final é (só) isto: o amor.

Ainda há coisas boas, sabes?

Talvez, às vezes, possa parecer que não. Mas deixa-me contar-te uma coisa: talvez seja nessas vezes (e em todas as vezes) que nós precisamos sê-las. Ser essas coisas boas. Fazê-las existir, ser verdade.

Porque talvez seja nessas vezes (e em todas as vezes) que elas nos salvam. Essas coisas boas. Às vezes, tão despercebidas. Às vezes, tão à vista. Mas sempre, sempre, em forma de amor.

Ainda há coisas boas, sabes?

Mostra-as. Vive-as. Sê-as. Todos os dias. E nunca te esqueças delas, por favor.

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