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Um abraço para ti

Um abraço para ti

29/11/25

Para ti

por Daniela Barreira

Para ti, que és esperança a acontecer.

Para ti, que, mesmo sem precisares de fazer barulho ou fogo-de-artifício, tatuas o mundo com amor.

Para ti, que és abraço, olhar da alma, sorriso do coração.

Para ti, que és mão que segura, ternura que cura, colo feito refúgio.

Para ti, que és de verdade: nas palavras, nos gestos, nos silêncios.

Para ti, que estás, que ficas, que te importas.

Para ti, que és sol nos dias cinzentos, luz na escuridão, paz na tempestade.

Para ti, que és o lado bom do mundo, a parte bonita da vida.

Para ti, que tens o coração do lado certo.

Para ti, que ainda acreditas e que fazes acreditar.

Para ti, que és a poesia bonita das coisas simples, do que importa.

Para ti, que és amor em forma de gente.

Para ti, que, mesmo sem saberes, vais salvando dias, tocando vidas, fazendo corações sorrir.

Para ti.

Obrigada: por seres, por estares, por existires.

06/11/25

Gestos que abraçam

por Daniela Barreira

Há gestos que nos abraçam.

Um abraço que encosta a sua alma à nossa e que faz tudo melhorar. Um olhar que se demora com ternura. Um “lembrei-me de ti” que chega no momento certo. Um coração que escuta o nosso silêncio.

Pequenos gestos que, à primeira vista, podem parecer nada. Mas que, dentro de nós, podem ser tudo.

São gestos que nos abraçam.

Recordam-nos que, no meio da correria e do caos dos dias, às vezes, tantas vezes, é num abraço que nos envolve, numa mão que segura a nossa ou num sorriso do coração que tudo se ilumina. Que a esperança se reacende.

São gestos que nos abraçam.

Fazem-nos sentir que, mesmo nas noites mais escuras, ainda há estrelas a brilhar. Segredam-nos ao coração, com a delicadeza que dispensa as palavras: “tu não estás só, eu estou aqui”.

É isso, o amor: esse sopro invisível que passa e que nos abraça. Que mora na poesia das coisas simples, na bondade que ainda existe. E que tem sempre o dom de nos salvar.

26/10/25

Há dias que pedem refúgio.

por Daniela Barreira

Há dias que pedem refúgio que nos guarde o coração, que nos serene a alma, onde repousar a vida e ficar. Refúgio que nos envolva, que segure tudo o que somos.

Há dias que pedem refúgio que nos abrace, que alivie o peso do mundo, que faça o tempo parar. Refúgio que nos resgate, que nos ajude a respirar.

Há dias que pedem refúgio que seja o abraço que precisamos, o colo que nos falta. Refúgio onde nos podemos curar.

Há dias que pedem refúgio.

Às vezes, é só um abraço mais apertado, uma mão que ampara ou um olhar em cheio na alma.

Às vezes, é só um sorriso do coração, uma palavra com ternura ou um silêncio que fala.

Às vezes, é só uma companhia que fica, um gesto de bondade, ou alguém que nos quer bem.

Às vezes, é só o amor.

É isso: o amor.

Há dias que pedem refúgio.

E, em todos os dias, é sempre o amor.

25/10/25

O amor ainda mora aqui.

por Daniela Barreira

Para ti, que também precisas de um abraço que chegue sem pressa, que se demore e que te deixe demorar, que te envolva como refúgio.

Para ti, que também precisas de uma mão que segure a tua, de um olhar que te veja por dentro, de um sorriso que te ilumine o dia (e o coração).

Para ti, que também precisas de um colo onde serenar a alma, de uma palavra feita de ternura, de um silêncio que te compreenda o coração.

Para ti, que também precisas de uma companhia que permaneça, que te ampare a alma e que faça tudo melhorar, só por estar ali.

Para ti, que também precisas de um gesto que te salve o dia, que te toque a vida, que te faça sorrir o coração.

Para ti, que também precisas de um abraço. Mesmo sem saber.

Para ti (e para mim):

Ainda há esperança. Na poesia das coisas simples, na bondade que ainda existe, no amor que ainda mora aqui.

Um abraço para ti.

11/09/25

Gestos que salvam

por Daniela Barreira

Há gestos que não pesam, que não fazem barulho ou fogo-de-artifício, mas que ficam. Tatuam-se em nós. E têm o dom de nos salvar.

Como se fossem o pulsar secreto que mantém o nosso mundo em pé.

Um abraço que chega como refúgio e que demora o tempo certo para o nosso coração serenar.

Uma mão que se dá como quem dá o coração: com a certeza de que, aconteça o que acontecer, vai estar sempre perto de nós.

Um olhar que nos encontra e que vê tudo o que somos, mesmo quando nós nos perdemos.

Um sorriso tão breve e tão capaz de nos arrebatar para sempre.

Uma palavra que nos conforta e um silêncio que abraça (e que escuta) o nosso coração.

Um “como estás?” que se importa e que quer saber, de verdade, a nossa resposta.

Uma mensagem só para nos mostrar que se lembra de nós, só para nos fazer sorrir.

Uma companhia que parece que nos segura a alma, que faz tudo melhorar, só porque está ali.

Alguém que nos quer bem e que nos faz sempre sentir isso, mesmo sem ser preciso dizer.

Um pequeno gesto de bondade que ilumina o nosso dia inteiro e que nos inunda o coração de esperança.

É aí. É aí que se escondem as coisas mais bonitas, é aí que acontecem os maiores milagres. É aí que o nosso coração é tocado para sempre. Nesses pequenos gestos que são só o amor a abraçar-nos. E que têm sempre o dom de nos salvar.

Como se fossem o pulsar secreto que mantém o nosso mundo em pé.

É isso, o amor.

Esse sopro invisível que passa e que nos envolve como o abraço que precisamos, o colo que nos falta, o refúgio onde nos podemos curar. E que tem sempre o dom de nos salvar.

Como se fosse o pulsar secreto que mantém o nosso mundo em pé.

E é.

19/08/25

Eu não sou mãe, mas acho que sei um bocadinho sobre o amor.

por Daniela Barreira

Eu não sou mãe, mas acho que sei um bocadinho sobre o amor.

Foi-me ensinado desde que nasci, na forma mais bonita de o demonstrar e de o definir: no que não se diz. No que, às vezes, até nem se compreende. Mas que está. Que está sempre. E que permanece.

Foi-me ensinado, desde que nasci, em pessoas.

E na pessoa que foi e que é sempre, por nós e para nós (e por todos e para todos). Que foi sempre por dois. Que é sempre por mil.

 

Eu não sou mãe, mas acho que sei um bocadinho sobre o amor.

Olha-me nos olhos, e olha por mim (e por todos), desde sempre.

A minha mãe, que é só amor, que já sobreviveu a tanto, tem sempre mais um bocadinho de força, encontra sempre mais um bocadinho de coragem.

 

E a sua primeira filha, que também já é mãe, pregou-nos um susto a todos. Mas eu, que não sou mãe, sei que no coração da minha mãe o susto foi ainda mais duro.

Sei-o: sinto-lhe os anseios, leio-lhe os silêncios, amparo-lhe o coração.

É que eu não sou mãe, mas acho que sei um bocadinho sobre o amor.

 

E cá está ela: continua a estar sempre, a ser sempre, por todos e para todos. Ela, o puro amor.

 

Mas agora é, também, a nossa vez.

Retribuo-lhe agora esse amor. Esse cuidar.

Depois de tudo, de tanto, não podia ser diferente.

O amor que sempre cuidou também precisa, um dia, de ser cuidado.

É que eu não sou mãe, mas acho que sei um bocadinho sobre o amor.

13/07/25

As coisas mais simples

por Daniela Barreira

Às vezes, o que nos salva são as coisas mais simples.

Um abraço que é abrigo.

Uma mão dada que nos ampara.

Um olhar que nos encontra e que nos toca.

Um sorriso que nos abraça o coração.

Um beijo que nos cura.

Um colo onde repousamos, onde serenamos

Uma palavra que nos conforta.

Um silêncio que é (e que nos faz) tanto sentido.

Uma companhia que nos faz sentir melhor só porque está connosco.

Um gesto que nos faz sorrir e que nos dá esperança.

Um céu estrelado que nos faz brilhar o olhar.

Um momento que nos tatua, para sempre, o coração.

Um instante de amor.

Às vezes, o que nos salva não são as coisas grandes.

Ou, talvez, até sejam...

Talvez as coisas maiores (e as melhores) sejam aquelas que nos acontecem, todos os dias, disfarçadas das coisas mais simples, mas cheias de amor.

Como quem diz: cheias de tudo.

10/05/25

Aos que (ainda) são tanto.

por Daniela Barreira

Aos que são abraço-porto de abrigo.

Aos que são mão que segura, que conforta.

Aos que são olhar do fundo da alma.

Aos que são sorriso que abraça.

Aos que são ternura que cura.

Aos que são colo que tudo serena.

Aos que são palavra do coração, para o coração.

Aos que são silêncio que compreende tudo.

Aos que são companhia que faz tudo melhorar.

Aos que são amparo e refúgio.

Aos que cuidam como quem respira.

Aos que são gesto que salva.

Aos que fazem sorrir.

Aos que são sol nos dias cinzentos, luz na escuridão, paz na tempestade.

Aos que são do lado bom. Do mundo, da vida, de tudo.

Aos que são esperança a acontecer.

Aos que são de verdade, com o coração.

Aos que sabem (e que recordam) o que, de verdade, importa.

Aos que são amor.

No meio de tudo e apesar de tudo.

Aos que são tanto, mesmo sem saberem: Obrigada.

Por serem, por estarem, por existirem.

*

Que nunca nos faltem.

E que nunca os deixemos faltar, também.

19/04/25

Que nunca se apague em ti a esperança.

por Daniela Barreira

Que nunca se apague em ti a esperança.

Que ela se reacenda no teu coração, sempre mais uma vez.

Que a encontres sempre e que ela te abrace para sempre.

Que a encontres naqueles abraços que te envolvem a alma, o coração. Que são porto de abrigo.

Que a encontres naquelas mãos que te seguram tanto e sempre. Que são conforto no momento certo.

Que a encontres naqueles olhos que te olham fundo, que te vêem a alma. Que são o encontro mais bonito.

Que a encontres naqueles sorrisos que te acertam em cheio no coração. Que são afago que faz tudo melhorar.

Que a encontres naqueles colos que te refugiam de tudo, que serenam tudo. Que são guarida de paz.

Que a encontres naquelas companhias que estão sempre ali, que não te largam a mão. Que são amparo seguro.

Que a encontres naquelas pessoas que te querem bem. De verdade. Que são abraço em forma de gente.

Que a encontres naqueles gestos de bondade, que te fazem sorrir. Que são ponto de luz.

Que a encontres naquela ternura que parece sempre ter magia que te cura. Que é sopro de amor.

E que a encontres nesse amor que te salva os dias, que te salva dos dias. E de tudo. Porque é tudo.

Que nunca se apague em ti a esperança.

Que ela se reacenda no teu coração, sempre mais uma vez.

E que sejas a chama que a faz reacender-se no coração de alguém, também, sempre mais uma vez.

09/03/25

Para ti, que talvez (também) precises de ler isto hoje:

por Daniela Barreira

Todos precisamos de um abraço que nos abrigue.

Todos precisamos de uma mão que nos segure (para) sempre.

Todos precisamos de um sorriso que nos abrace o coração.

Todos precisamos de um olhar que nos envolva a alma.

Todos precisamos de ternura que nos cure.

Todos precisamos de um colo que nos serene o coração.

Todos precisamos de um refúgio onde (re)pousar a vida e ficar.

Todos precisamos de uma palavra que nos conforte.

Todos precisamos de um silêncio que nos escute, mesmo sem ser preciso falar.

Todos precisamos de um riso que nos contagie.

Todos precisamos de uma companhia que nunca nos desampare.

Todos precisamos de alguém que nos olhe nos olhos e nos diga, com o coração (e ao coração), que vai correr tudo bem.

Todos precisamos de quem nos queira bem, de verdade.

Todos precisamos de um gesto que nos faça sorrir.

Todos precisamos da bondade a recordar-nos o sentido de tudo.

Todos precisamos da esperança a reacender-se no nosso coração.

Todos precisamos de amor que nos salve.

Todos precisamos, sabes?

Está tudo bem.

Um abraço para ti. E para mim. 🤍

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