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menina dos abraços

um abraço: a melhor forma do amor.

menina dos abraços

um abraço: a melhor forma do amor.

É o amor.

Sabes aqueles abraços que chegam e te abraçam por dentro e por fora? É o amor a abrigar-te do mundo. Sabes aqueles sorrisos que chegam e te arrebatam os sentidos? É o amor a abraçar-te o dia. Sabes aquelas mãos que chegam e te seguram sem largar? É o amor a resgatar-te a vida. Sabes aqueles olhares que chegam e te inundam de si? É o amor a transformar-te o coração. Sabes aqueles beijos que chegam e te tocam de ternura? É o amor a curar-te a alma. Sabes aqueles colos que chegam e se fazem teu lugar? É o amor a cuidar de ti. Sabes aquelas pessoas que chegam e te mostram o lado mais bonito de tudo? É o amor a acontecer-te. A amar-te. Sabes todos aqueles gestos pequeninos que chegam e se tornam os maiores milagres? É o amor. Escondido aí. Por aí. No mundo. No dia. Na vida. É o amor a salvar-te. Tanto. Sempre. E para sempre.

4 comentários

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    Daniela Barreira 21.02.2021

    Oh Carolina... Permite-me só dizer-te aquilo em que acredito: o amor não nos destrói. O que nos destrói é a falta dele. A falta que ele nos faz. A nós. Ao mundo. Às pessoas. À vida. Para respirar.
    Abraço-te. Muito. Bem e forte. Pode não ser o suficiente para te curar mas pelo menos aconchega-te enquanto te curas. Ampara-te enquanto renasces. E acompanha-te enquanto precisas.
    Um abraço de amor e de luz, espero que tudo volte a ter sol de novo. 
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    Carolina Pimentel 21.02.2021

    Não vai ter sol de novo, por muito tempo. Estou no fundo do poço. Morri ontem. Como é possível alguém nos amar, e ter feito uma traição tão mesquinha? Tão cruel? (Tudo on-line pois claro). Sinto-me um pedaço de algo que já não existe, que foi atirado, despedaçado, atirado de novo, passado por cima. Que já nem nome tem. Não tem nada. Vazio. Tudo o que sinto é um vazio incalculável. Até perdi o norte. Obrigada pelo abraço. Se todos os abraços curassem... 
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    Daniela Barreira 21.02.2021

    Curam, querida Carolina. Vão curando. Pedacinhos, mas vão curando... pedacinho a pedacinho. Que, com o tempo e a cada dia, se vai tornando um pedacinho cada vez maior. Fé. Acredita. Não consigo curar a dor que tens... mas estou. Fico e permaneço. Para que a dor, mesmo que não se torne menor, fique pelo menos mais aconchegada. 
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