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menina dos abraços

um abraço: a melhor forma do amor.

menina dos abraços

um abraço: a melhor forma do amor.

Corremos.

Corremos. E atropelamo-nos tanto. Uns aos outros e a nós mesmos. Corremos. E esquecemo-nos de parar e demorar. Esquecemo-nos de reparar. De sentir. Esquecemo-nos de respirar. De viver. De viver de verdade. Corremos. E esquecemo-nos do que importa de verdade. Da única coisa que importa de verdade.

De que importa correr, se nos esquecemos de parar e demorar naquele abraço que é casa? De que importa correr, se nos esquecemos de parar e demorar naquelas mãos que seguram tudo? De que importa correr, se nos esquecemos de parar e demorar naquele olhar que toca? De que importa correr, se nos esquecemos de parar e demorar naquele sorriso que nos muda? De que importa correr, se nos esquecemos de parar e demorar naquele beijo que tem magia? De que importa correr, se nos esquecemos de parar e demorar naquele amor que nos chama?

Corremos. E esquecemo-nos que, às vezes, é quando paramos e demoramos que nos salvamos. E a verdade é esta: não há correria nenhuma no mundo que compense o milagre de cada segundo parado e demorado no que nos salva. Que é também sinónimo de amor.

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