Chegam os 35.
Aos abraços que nos são porto de abrigo.
Às mãos que nos confortam tanto e sempre.
Aos olhos que nos olham dentro da alma.
Aos sorrisos que nos abraçam o coração.
Aos beijos que nos curam com tanta ternura.
Aos colos que nos amparam, que nos guardam, que nos serenam.
Às palavras que nos falam do coração ao coração.
Aos silêncios que nos escutam o coração, com o coração.
Às companhias de todas as horas: as que estão, as que ficam, as que se importam.
Aos momentos em que se acendem todas as estrelas.
Aos gestos que nos fazem sorrir.
Às pessoas que nos tatuam amor no coração.
Às nossas pessoas.
Às coisas mais bonitas: as do coração.
Ao amor. Que nos acende a chama da esperança no coração.
Ao amor. Que nos salva. Todos os dias (e de todos os dias).
No meio de tudo e apesar de tudo.
Sempre ao amor.
Tudo o que importa, no final. E no início. E sempre.
*
Que nunca nos falte.
Que nunca o deixemos faltar, também.