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menina dos abraços

um abraço: a melhor forma do amor.

menina dos abraços

um abraço: a melhor forma do amor.

Quantas vidas tocamos com a nossa vida?

Talvez tudo o que um dia precisa seja de um lado bonito. E talvez nós tenhamos sido feitos para ser esse lado bonito. Às vezes, um sorriso embeleza um dia.

Talvez tudo o que uma vida precisa seja de luz. E talvez nós tenhamos sido feitos para ser essa luz. Às vezes, uma mão dada ilumina uma vida.

Talvez tudo o que um coração precisa seja de paz. E talvez nós tenhamos sido feitos para ser essa paz. Às vezes, um abraço serena um coração.

Talvez tudo o que uma alma precisa seja de verdade. E talvez nós tenhamos sido feitos para ser essa verdade. Às vezes, um olhar de dentro toca uma alma.

Talvez tudo o que alguém precisa seja de acreditar. E talvez nós tenhamos sido feitos para ser esse acreditar. Às vezes, uma palavra do coração inspira alguém.

Talvez tudo o que o mundo precisa seja de um milagre. E talvez nós tenhamos sido feitos para ser esse milagre. Às vezes, um gesto de amor salva o mundo.

Talvez o amor seja tudo o que é preciso. E talvez nós tenhamos sido feitos para ser esse amor.

Mesmo com dias cinzentos, mesmo que a vida troque planos, mesmo que o mundo esteja do avesso.

Às vezes, o amor é tudo. Todas as vezes.

(Talvez seja por essas vezes que ainda cá estamos.)

A melhor parte.

Para ti, que às vezes também não estás bem: não faz mal precisares de um olhar que te cuide. 

Para ti, que às vezes também fraquejas: não faz mal precisares de uma mão que te conforte.

Para ti, que às vezes também tropeças: não faz mal precisares de um colo que te ampare.

Para ti, que às vezes também te dói: não faz mal precisares de um gesto que te cure.

Para ti, que às vezes também és silêncio: não faz mal precisares de um coração que te sinta.

Para ti, que às vezes também tens medo: não faz mal precisares de um abraço que te abrigue.

Para ti, que às vezes também estremeces: não faz mal precisares de uma alma que te sossegue.

Para ti, que às vezes também duvidas: não faz mal precisares de um sorriso que te seja amor.

Para ti: não faz mal.

Porque esse amor que te salva, sabes? É a melhor parte. Da vida. De tudo. 

Encontrar o amor.

O amor acontece-nos todos os dias.

O amor acontece-nos naqueles abraços que nos refugiam do mundo. O amor acontece-nos naquelas mãos que nos confortam a alma. O amor acontece-nos naqueles olhos que nos olham dentro e nos contam tudo o que há de mais bonito. O amor acontece-nos naqueles sorrisos que nos cruzam o caminho e nos fazem parar. O amor acontece-nos naquelas ternuras que nos curam o que dói. O amor acontece-nos naqueles risos que nos fazem rir sempre mais uma vez. O amor acontece-nos naquelas palavras que nos falam ao coração e naqueles silêncios que nos escutam o coração. O amor acontece-nos naquelas pessoas que nos são tanto. O amor acontece-nos na verdade do coração de quem nos quer bem. O amor acontece-nos naqueles gestos que nos são milagres e nos fazem acreditar. O amor acontece-nos naqueles momentos que nos iluminam o dia, a vida, o coração. O amor acontece-nos quando olhamos mais longe: com o coração.

O amor acontece-nos todos os dias.

Soubéssemos nós que é por ele nos acontecer todos os dias, que ainda nos salvamos de todos os dias.

O (teu) amor muda o mundo.

Há alguém, algures por aí, à espera do seu lugar. O seu lugar-mais-amor do mundo. Onde (de)morar. És tu. O teu abraço é o melhor lugar do mundo para alguém. 

Há alguém, algures por aí, à espera de quem lhe cative o coração. De quem o abrace. Tanto e sempre. És tu. O teu sorriso abraça corações. 

Há alguém, algures por aí, à espera de um porto de abrigo. Que sossegue tempestades. Onde descansar do mundo. És tu. As tuas mãos são o abrigo de alguém.

Há alguém, algures por aí, de olhos perdidos no vazio. À espera de quem os faça brilhar. De quem lhe mostre o lado bonito da vida. És tu. Tu és um sorriso na vida de alguém.

Há alguém, algures por aí, à espera de um milagre. Que cure. Por dentro e por fora. És tu. O teu abraço cura. 

Há alguém, algures por aí, à espera de quem lhe sinta o coração. De quem lhe abrace a alma. Como quem respira amor. És tu. O teu sorriso é em forma de amor.

Há alguém, algures por aí, à espera de quem fique perto. Como quem segura. Como quem guarda. És tu. As tuas mãos foram feitas para abraçar outras mãos.

Há alguém, algures por aí, à espera de um sorriso em forma de abraço. De um sorriso tatuado no coração. És tu. O teu abraço faz corações sorrir.

Há alguém, algures por aí, à espera de quem lhe melhore o dia. De quem lhe melhore a vida. E o coração. És tu. O teu sorriso é a melhor parte do dia de alguém.

Há alguém, algures por aí, à espera de um gesto que abrace tudo. Que salve de tudo. És tu. O teu gesto de amor salva.

És tanto. Mais do que sabes.

Há sempre alguém, algures por aí, a quem tu mudas o mundo. Mesmo sem saberes. Quando abraças. Quando sorris. Quando dás a mão. Quando és. Com amor. O (teu) amor muda o mundo. Sabes?

Em quantos corações já tatuaste um sorriso?

 

(Sobre o Tatuar Sorrisos e sobre aquilo em que eu acredito. Tanto.)

A ti (que lês):

A ti, que abraças como quem acolhe. E vais abrigando corações, mesmo sem saberes.

A ti, que dás a mão como quem dá o coração. E vais segurando vidas, mesmo sem saberes.

A ti, que sorris como quem abraça. E vais melhorando dias, mesmo sem saberes.

A ti, que olhas como quem vê além. E vais tocando almas, mesmo sem saberes.

A ti, que falas como quem sente. E vais acalentando tanto, mesmo sem saberes. 

A ti, que cuidas como quem ampara. E vais curando dores, mesmo sem saberes.

A ti, que estás como quem fica. E vais serenando tudo, mesmo sem saberes.

A ti, que vives como quem ama. E vais mudando mundos, mesmo sem saberes.

A ti, que amas como quem respira. E vais salvando de verdade, mesmo sem saberes.

A ti, que apesar de todas as marés atribuladas, continuas a remar do lado certo. Do lado do bem.

A ti, que és um pedacinho de amor no meio do mundo.

Para saberes. E não esqueceres. 

A ti, por tudo e por tanto: Obrigada. Por seres, por estares, por existires.

No final, o que fica?

Aqueles abraços. Que te envolvem a alma. Que te serenam o coração. Que te embalam os sentidos. Que são casa. Como se todo o teu lugar fosse um abraço. Sabes? No final, o que fica são esses abraços.

Aqueles sorrisos. Que te convidam a sorrir. Que te tocam por dentro. Que te mudam o dia, a vida, o coração. Que são amor. Como se tudo o que te salva fosse um sorriso. Sabes? No final, o que fica são esses sorrisos.

Aquelas mãos. Que se dão como quem dá o coração. Que te seguram. Que te abraçam bem. Que são cura. Como se tudo o que precisas fosse uma mão. Sabes? No final, o que fica são essas mãos.

Aqueles olhares. Que te olham de verdade. Que te percorrem a alma e te vêem o coração. Onde te perdes e onde te encontras. Que são eternidade. Como se todo o teu para sempre fosse um olhar. Sabes? No final, o que fica são esses olhares.

Aquelas pessoas. Que são abraço. Que são sorriso. Que são mão. Que são olhar. Que te são. Como se tudo o que te é tanto fossem as tuas pessoas. Sabes? No final, o que fica são essas pessoas.

O amor. Sempre o amor. Como se tudo o que importa fosse o amor. E é. Sabes? No final, o que fica é (só) o amor.

A forma da vida.

São tantas as tormentas. É tanto o caos. E é tão pouco o que serena. Tão pouco a ser paz. E depois... um sorriso a tatuar-se em ti. A forma do amor em ti. Pudesse ser essa a forma da vida.

São tantas as dores. É tanto o que se desfaz. E é tão pouco o que cuida. Tão pouco a ser cura. E depois... uma mão a enlaçar-se em ti. A forma do amor em ti. Pudesse ser essa a forma da vida.

São tantos os medos. É tanta a escuridão. E é tão pouco o que abriga. Tão pouco a ser luz. E depois... um abraço a ancorar-se em ti. A forma do amor em ti. Pudesse ser essa a forma da vida.

São tantos os olhares vazios. É tanto o desalento. E é tão pouco o que toca. Tão pouco a ser verdade. E depois... um olhar a fixar-se em ti. A forma do amor em ti. Pudesse ser essa a forma da vida.

São tantos os corações ao frio. É tanto o desamor. E é tão pouco o que acalenta. Tão pouco a ser amor. E depois... uma alma a abraçar-se em ti. A forma do amor em ti. Pudesse ser essa a forma da vida.

A forma do amor em ti. Pudesse ser essa a forma da vida. E pode. E, no fundo, é, não é? 

A vida é sobre o amor.

A vida não é, desengana-te e desengana quem te faz sentir e acreditar que é, sobre tudo o que vais somando e que te fazem sentir que tens de somar. A vida não é sobre tudo o que vais cumprindo e que te fazem sentir que tens de cumprir. A vida não é sobre o tanto que vais correndo e que te fazem sentir que tens de correr. A vida... a vida é sobre o que te enche as medidas da alma e do coração, até transbordar. A vida é sobre o que dá vida. 

A vida é sobre os abraços que se fazem casa segura. A vida é sobre as mãos que se entrelaçam e seguram a alma. A vida é sobre os olhares que contam os segredos mais bonitos. A vida é sobre os sorrisos que tocam em cheio no coração. A vida é sobre os beijos que curam as dores. A vida é sobre as dores de barriga de tanto rir. A vida é sobre as lágrimas que se secam com a magia da cumplicidade. A vida é sobre as palavras ditas com o coração e sobre os silêncios escutados com o coração. A vida é sobre as músicas que arrepiam os sentidos. A vida é sobre os sonhos que fazem voar. A vida é sobre olhar o céu cheio de lua e de estrelas. A vida é sobre os momentos que se imortalizam. A vida é sobre as almas que se abraçam. A vida é sobre os corações que se sentem. E que se abraçam também. A vida é sobre as tuas pessoas. A vida é sobre viver e ser com o coração. A vida é sobre os gestos que salvam. A vida é sobre tatuar o mundo com amor.

Desengana-te e desengana quem te faz sentir e acreditar que não: a vida é sobre o amor.

Ainda há coisas boas, sabes?

Ainda há coisas boas, sabes? Por mais que tentem mostrar-te que não. Por mais que tentem fazer-te sentir e acreditar que não. Por mais que quase consigam. Ainda há coisas boas.

Sabes?

Os abraços fortes que te abraçam por dentro e por fora. As mãos que se enlaçam às tuas para sempre. Os olhos que olham dentro dos teus. Os sorrisos que te salvam o coração. Os beijos que te curam a alma. Os colos que se fazem casa. As tuas pessoas. Os "gosto de ti" do coração. Os silêncios que falam mais do que as palavras. Ouvir o coração bater. A magia do céu cheio de lua e de estrelas. Os olhos a brilhar. As lágrimas que acabam em sorrisos. Os risos que acabam em dores de barriga. Os sempres que sabes que são mesmo para sempre. Os corações que tatuas com a tua vida e as vidas que te tatuam o coração. Viveres e seres, sempre, com o coração. Viveres e seres, sempre, com amor. No final é só isto: o amor.

Ainda há coisas boas, sabes? Pode não estar tudo bem. E o mal pode até contagiar. Mas deixa-me contar-te uma coisa: o amor também contagia. E, enquanto não te esqueceres disto, ainda há coisas boas. Sempre. Mostra-as. Vive-as. Sê-as. Todos os dias. E nunca mais te esqueças delas, por favor.

Quantas vezes.

Quantas vezes foi um olhar por dentro que tocou a tua alma. Quantas vezes foi um sorriso de alma que abraçou o teu coração. Quantas vezes foi uma mão a abraçar que resgatou a tua vida. Quantas vezes foi um beijo de ternura que curou a tua alma. Quantas vezes foi um abraço a envolver que abrigou o teu coração. Quantas vezes foi um colo de cuidar que amparou a tua vida. Quantas vezes foi uma palavra do coração que inspirou a tua alma. Quantas vezes foi um silêncio de sentir que sossegou o teu coração. Quantas vezes foi um riso a fazer sorrir que contagiou a tua vida. Quantas vezes foi um ficar para sempre que amou a tua alma. Quantas vezes foi um gesto de bondade que salvou o teu coração. Quantas vezes foi uma vida de amor que tatuou a tua vida.

Quantas vezes.

Todas. Todas as vezes.

De todas as vezes, é o amor que muda o teu mundo.

E em todas as vezes, é o teu amor que muda o mundo de alguém, também.