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menina dos abraços

um abraço: a melhor forma do amor.

menina dos abraços

um abraço: a melhor forma do amor.

Quantas vezes.

Quantas vezes foi um olhar por dentro que tocou a tua alma. Quantas vezes foi um sorriso de alma que abraçou o teu coração. Quantas vezes foi uma mão a abraçar que resgatou a tua vida. Quantas vezes foi um beijo de ternura que curou a tua alma. Quantas vezes foi um abraço a envolver que abrigou o teu coração. Quantas vezes foi um colo de cuidar que amparou a tua vida. Quantas vezes foi uma palavra do coração que inspirou a tua alma. Quantas vezes foi um silêncio de sentir que sossegou o teu coração. Quantas vezes foi um riso a fazer sorrir que contagiou a tua vida. Quantas vezes foi um ficar para sempre que amou a tua alma. Quantas vezes foi um gesto de bondade que salvou o teu coração. Quantas vezes foi uma vida de amor que tatuou a tua vida.

Quantas vezes.

Todas. Todas as vezes.

De todas as vezes, é o amor que muda o teu mundo.

E em todas as vezes, é o teu amor que muda o mundo de alguém, também.

Sabes?

Um abraço que te envolve como quem te guarda.

Uma mão que te abraça como quem te segura.

Um olhar que te olha fundo como quem te descobre.

Um sorriso que te cativa como quem te sente.

Um beijo que te toca como quem te cura.

Um colo que te abriga como quem te cuida.

Alguém que te é como quem te ama.

O amor. Sabes?

Agradecer.

Agradecer. Agradecer sempre. Mesmo com dias maus. Mesmo com caos. Mesmo que tudo. Agradecer. 

Agradecer aqueles abraços de alma. Agradecer aquelas mãos entrelaçadas. Agradecer queles olhares mais fundos. Agradecer aqueles sorrisos a abraçar. Agradecer aqueles beijos de doçura. Agradecer aquelas vozes de arrebatar. Agradecer aqueles risos a contagiar. Agradecer aquelas palavras de encantar. Agradecer aqueles silêncios a falar. Agradecer aquelas cumplicidades de arrepiar. Agradecer aqueles brilhos do olhar. Agradecer aqueles momentos de magia. Agradecer aquelas pessoas de luz. Agradecer aqueles corações-casa. Agradecer aqueles laços do coração. Agradecer aquelas vidas a tatuar-te o coração. Agradecer aqueles milagres... do amor. Agradecer.

Conseguir ver que os milagres para agradecer andam sempre por aí, em forma de amor, subtil mas estrondosa, à vista do coração. E agradecer.

Saudade não é só ausência. Saudade é presença constante.

Saudade não é só ausência. Saudade é presença constante. É a presença constante de tudo o que teima em lembrar-te do que te falta.

São os olhos, os sorrisos, as vozes, os cheiros, as cores, as expressões, ao cruzar na rua, que teimam em mostrar-te pedacinhos de quem não está. São os buraquinhos do teu coração que teimam em não sarar. São as pessoas que teimam em tentar remendar-te esses buraquinhos ou em morar neles, como quem acredita poder voltar a habitar uma casa que não chegou a ser desabitada. É o teu coração que teima em pedir "só mais uma vez". São as músicas que teimam em falar-te do que te falta, às vezes com a força de quem te abraça, outras vezes com a força de quem te sufoca. São as memórias que teimam em assaltar-te os dias, as noites e os sonhos, com um toque e um sabor agridoce. É o tempo que corre sem parar e teima em fazer-te esquecer pormenores pelo caminho, fazendo-te sentir às vezes mais leve, outras vezes mais pesada. É tudo o que está tatuado, para sempre, na tua alma, no teu coração. Na tua vida. És tu. No mais íntimo de ti. É o amor que é amor sempre.

É tanto. É o tanto que, sendo ausência, se faz sempre (e ainda mais) presença.

Os anos passam.

Os anos passam. Que saibas olhar bem para ti. Para dentro de ti. Que saibas percorrer cada pedaço do teu coração, onde guardas (só) o que importa. O que importa de verdade: Que saibas morar em cada abraço. Que saibas abraçar cada mão dada. Que saibas entregar-te em cada olhar. Que saibas sentir cada sorriso. Que saibas curar em cada beijo. Que saibas amar as pessoas. As tuas pessoas. As que ficam. As que ficam sempre. Para sempre. (E que saibas, também, que afinal as tuas pessoas não são tantas assim.) Que saibas tatuar corações com a tua vida. Que saibas deixar que outras vidas te tatuem o coração. Que saibas agradecer cada milagre. Que saibas encontrar força para cada tempestade. Que saibas viver e ser, sempre, com o coração. Que saibas viver e ser, sempre, com amor. Todos os dias. Porque, enquanto os anos passam, é só isto que fica. E que te salva. Sempre. Para sempre. Que o saibas, também.

O melhor presente do mundo

O melhor presente do mundo vem em forma de abraço que te envolve e te guarda bem dentro, por inteiro. O melhor presente do mundo vem em forma de mãos que te chamam para si e não te sabem largar mais. O melhor presente do mundo vem em forma de olhar que te estremece o coração, enquanto te descobre por dentro. O melhor presente do mundo vem em forma de sorriso que te abraça o coração e se tatua nele para sempre. O melhor presente do mundo vem em forma de beijo que te toca a alma e te cura tudo. O melhor presente do mundo vem em forma de coração que te abriga com sabor a casa. O melhor presente do mundo vem em forma de pessoa que se faz tua, que te faz sua. O melhor presente do mundo vem de forma subtil e pequenina e, ao mesmo tempo, estrondosa e maior do que o mundo. Revira tudo. Muda tudo. O melhor presente do mundo vem para te salvar. O melhor presente do mundo vem em forma de amor.

E o melhor presente do mundo vem em forma de ti. És tu. Quando vives, quando és, com amor. Quando amas. O melhor presente do mundo é sempre o (teu) amor. Sabes? Experimenta. Faz milagres. Muda mundos. Sê Natal. Feliz Natal.

Um presente para o mundo.

Imagina que podias dar um presente ao mundo para o tornar um mundo melhor. Um presente. O que lhe darias?

Desafiei algumas pessoas a responder a esta pergunta para, juntos, aquecermos corações neste Natal. Resultado? Acabaram por me aquecer o coração a mim.

É isto... a magia e o milagre do Natal.

Deixem-se encantar.

Sejamos Natal. 

Deixa-me contar-te um segredo.

Há sempre mais um olhar para olhar. Escondido, por aí algures. À espera que o olhes. Para te olhar tão fundo, tão dentro. Há sempre mais um sorriso para sorrir. Escondido, por aí algures. À espera que o sorrias. Para te fazer sorrir de mais uma forma que ainda não sabias, ou que já sabias sem saber. Há sempre mais umas mãos para enlaçar. Escondidas, por aí algures. À espera que as enlaces. Para te arrepiarem os sentidos, enquanto se abraçam às tuas. Há sempre mais um abraço para abraçar. Escondido, por aí algures. À espera que o abraces. Para te envolver inteira e te abraçar o coração. Há sempre mais um beijo para beijar. Escondido, por aí algures. À espera que o beijes. Para te curar e te tatuar a alma. Há sempre mais um coração para amar. Escondido, por aí algures. À espera que o ames. Para te salvar de tudo, para sempre. Há sempre mais... há sempre mais tanto mais. Escondido, por aí algures. À espera, sempre, de ti. Para ti. Só precisas saber encontrá-lo. E deixar-te encontrar. E deixa-me contar-te um segredo: só o farás bem com o coração.

(im)possível

Abraça-me. Abraça-me só, o teu coração colado ao meu. Parece impossível que só um abraço chegue, não é? Mas chega. Dá-me a mão. Dá-me só a mão, a tua mão a abraçar a minha. Parece impossível que só uma mão chegue, não é? Mas chega. Olha-me. Olha-me só, os teus olhos dentro dos meus. Parece impossível que só um olhar chegue, não é? Mas chega. Sorri-me. Sorri-me só, o teu sorriso a chamar o meu. Parece impossível que só um sorriso chegue, não é? Mas chega. Beija-me. Beija-me só, o teu beijo a estremecer-me o coração. Parece impossível que só um beijo chegue, não é? Mas chega. Fica-me. Fica-me só, tu na minha vida, no meu coração. Parece impossível que só o ficar chegue, não é? Mas chega. Ama. Ama só, o teu amor a mudar tudo. Parece impossível que só o amor chegue, não é? Parece impossível que só o amor chegue para tornar possível até o impossível, não é? Mas chega. Tanto. E sempre.